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LINHAS INVISÍVEIS por Filipe Oliveira e Lucas Souza — Núcleo de Arte, Maputo, Moçambique.


    Luiza Tavares - Circula França 2025.

    21e Biennale de la danse

    "Máquina para moer o tempo" - Jessica Lemos

    “O Atlântico nos Olhos” é um projeto da artista Jessica Lemos, que conecta o Brasil e Moçambique por meio de um encontro artístico cultural. Em Maputo, a artista realizará uma exposição fotográfica "Máquina para moer o tempo" e vai oferecer oficinas de arte educação para jovens e adultos. O trabalho criado durante o intercâmbio será exposto nas ruas através de murais de lambe-lambe, criados de forma coletiva, com o desejo de fortalecer os diálogos sobre memória e identidade nos trânsitos afro diaspóricos.

    Série de exposições Flotar 2025

    IGR-MAPUTO

    Exposições 2025. 2

    Série Moçambique: Diálogos Multilinguagens

    08/12/2025

    LINHAS INVISÍVEIS por Filipe Oliveira e Lucas Souza

    7 p. m.

    -

    10 p. m.

    Núcleo de Artes – 144 R. da Argélia, Maputo.

    Detalles del evento

    08/12/2025

    LINHAS INVISÍVEIS por Filipe Oliveira e Lucas Souza

    Curadoria: Juci Reis e Jorge Dias
    Exposição: 15 obras — Núcleo de Arte

    Apoio:  Instituto Guimarães Rosa e Embaixada do Brasil em Moçambique, ...

    Detalles del evento

    7 p. m.

    -

    10 p. m.

    Núcleo de Artes – 144 R. da Argélia, Maputo.

    Linhas Invisíveis por Filipe Oliveira e Lucas Souza.

    Entre águas que tocam continentes distintos, mas que partilham um gesto ancestral, Linhas Invisíveis ergue uma ponte entre o Atlântico e o Índico. Nas fotografias de Filipe Oliveira e Lucas Souza, esses dois entornos — historicamente atravessados por deslocamentos, trocas e reinvenções — deixam de ser territórios separados e revelam uma corrente profunda: a da experiência afro-diaspórica que tece mundos.

    A exposição, apresentada no Núcleo de Arte, em colaboração com Flotar Plataforma, Instituto Guimarães Rosa e Embaixada do Brasil em Moçambique, emerge do encontro entre comunidades pesqueiras da Ilha de Itaparica, na Bahia, e das regiões costeiras de Moçambique. Em ambas, o mar orienta o tempo, o gesto e a memória. E é na sutileza das práticas cotidianas — puxar a rede, consertar o barco, perceber os risos das crianças brincando na maré, acompanhar a conversa calma do fim da tarde, observar o pôr do sol — que o trabalho encontra o fio que aproxima as margens longínquas dos dois oceanos: aquilo que denominado como linhas invisíveis.

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    NATSUKO OKAZAKI

    Natsuko Okazaki, originaria de Kibichūō (Japón), desarrolla una práctica artística que expande la caligrafía tradicional hacia lenguajes contemporáneos, entendiendo la escritura como un acto corporal, irrepetible y en constante transformación.

    Su obra se concibe como paisaje y experiencia fenomenológica, donde el espectador se integra a un campo sensorial vivo.

    En su investigación de curaduría sensorial (2026–2027), en diálogo con la línea de Juci Reis, las piezas se transforman en experiencias expandidas que activan los sentidos y articulan relaciones entre arte, cuerpo y territorio. 

    Mobilidade 2026