
“O Atlântico nos Olhos” é um projeto da artista Jessica Lemos, que conecta o Brasil e Moçambique por meio de um encontro artístico cultural. Em Maputo, a artista realizará uma exposição fotográfica "Máquina para moer o tempo" e vai oferecer oficinas de arte educação para jovens e adultos. O trabalho criado durante o intercâmbio será exposto nas ruas através de murais de lambe-lambe, criados de forma coletiva, com o desejo de fortalecer os diálogos sobre memória e identidade nos trânsitos afro diaspóricos.
Série Moçambique: Diálogos Multilinguagens
Núcleo de Artes – 144 R. da Argélia, Maputo.
Curadoria: Juci Reis e Jorge Dias
Exposição: 15 obras — Núcleo de Arte
Apoio: Instituto Guimarães Rosa e Embaixada do Brasil em Moçambique, ...
Núcleo de Artes – 144 R. da Argélia, Maputo.

Entre águas que tocam continentes distintos, mas que partilham um gesto ancestral, Linhas Invisíveis ergue uma ponte entre o Atlântico e o Índico. Nas fotografias de Filipe Oliveira e Lucas Souza, esses dois entornos — historicamente atravessados por deslocamentos, trocas e reinvenções — deixam de ser territórios separados e revelam uma corrente profunda: a da experiência afro-diaspórica que tece mundos.
A exposição, apresentada no Núcleo de Arte, em colaboração com Flotar Plataforma, Instituto Guimarães Rosa e Embaixada do Brasil em Moçambique, emerge do encontro entre comunidades pesqueiras da Ilha de Itaparica, na Bahia, e das regiões costeiras de Moçambique. Em ambas, o mar orienta o tempo, o gesto e a memória. E é na sutileza das práticas cotidianas — puxar a rede, consertar o barco, perceber os risos das crianças brincando na maré, acompanhar a conversa calma do fim da tarde, observar o pôr do sol — que o trabalho encontra o fio que aproxima as margens longínquas dos dois oceanos: aquilo que denominado como linhas invisíveis.

Interdiáspora é uma plataforma de arte contemporânea afrocentrada, dedicada à criação e circulação de acervos e arquivos de arte afro-brasileira no continente africano. Para o ano de 2025, o projeto conta com a colaboração de artistas do Brasil cujas obras dialogam com múltiplas linguagens — objeto, instalação, fotografia, performance, vídeo e ilustração — compondo um acervo híbrido e poético.
A curadoria foi assinada por Juci Reis, Jorge Dias e Cátia Janaína, com apoio financeiro do Fundo Cicla 2025 e realização da Flotar Plataforma e Instituto Guimarães Rosa Maputo, Embaixada do Brasil, Moçambique.




A artista visual Daja Do Rosário propõe, por meio de suas obras, uma reflexão sobre a afirmação de sua identidade como mulher africana. Suas criações – esculturas, indumentárias e autorretratos – destacam sua estética singular, explorando materiais improvisados e coletados ao seu redor, combinados com elementos naturais como ráfia. A partir dessa fusão entre tradição e modernidade, Daja constrói um relato coletivo baseado em sua experiência pessoal.


Ojú Obá - Projeto de circulação internacional - Conexão Bahia-Angola
Areas: Fotografia Documental, Produção do Lambe e Curta Documentário.
FOTO-DIÁSPORA EM ANGOLA / MOSTRA VISUAL - IGR LUANDA


Mayara Ferrão
Maputo - Moçambique - 2025
Mafalala Museu
Instituto Guimarães Rosa

Manoela Gonçalves
Escrita Viajante e as Diversidades Culturais Diaspóricas
FEIRA DO LIVRO MAPUTO 2025
Colaboração: Instituto Guimarães Rosa
Festa Literária da Ilha de Boipeba
Exhibiciones de Arte - Gestión de Proyectos Artísticos - Curaduría
Fundo Cicla 2026: Convocatória – Laboratório de Criação de Projetos para Circulação Artística Internacional – 2026 (2º semestre).
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Laboratório de Criação de Projetos para Circulação Artística Internacional – 2026 (2º semestre).