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A Comitiva Flotar, em colaboração com a Funfo CICLA e a OMI Plataforma, participará do MICMZ – Mercado das Indústrias Culturais e Criativas de Moçambique, levando uma delegação composta por mais de 25 profissionais criativos da Bahia e de outras regiões do Brasil. A ação acontecerá entre os dias 30 de julho e 1º de agosto de 2026, em Maputo, Moçambique.
A comitiva reunirá representantes de oito segmentos da economia criativa: dança, artes visuais, música, gastronomia, fotografia, design, editorial e literatura, promovendo intercâmbios culturais, oportunidades de negócios e ações de internacionalização da produção artística brasileira no continente africano.
Entre os destaques da programação está o projeto Jazz de Panela, que representa os segmentos da etnogastronomia baiana e da música. A iniciativa propõe uma experiência que conecta culinária, memória, ancestralidade e sonoridades afro-diaspóricas, evidenciando a riqueza das expressões culturais da Bahia e promovendo diálogos entre gastronomia e música como linguagens complementares de valorização do patrimônio cultural afro-brasileiro.
A comitiva contará ainda com a participação de importantes nomes da cena cultural baiana, como Nadir Nóbrega, referência histórica da dança afro-brasileira, e Manoela Barbosa, representante da literatura, além de artistas, pesquisadores, produtores e empreendedores criativos de diferentes áreas.
A participação no MICMZ fortalece as relações culturais entre Bahia e Moçambique, ampliando oportunidades de intercâmbio, circulação artística, cooperação internacional e geração de negócios no campo das economias criativas.







é educadora e pesquisadora com graduação em filosofia e mestrado em crítica cultural. Possui formação em Acessibilidade Cultural e em Políticas Afirmativas na Cultura. Atua em projetos educativos, editoriais e literários. Pesquisa as produções literárias e artísticas produzidas por mulheres negras no campo das artes literárias. Coordena o projeto INsubordinadas que se dedica ao mapeamento de escritoras negras do Médio Rio de Contas (Bahia).

é artista da palavra e do livro. Nascida e crescente no Recôncavo da Bahia, coordena a editora independente andarilha edições, desde 2019, e dirige a casamendoeira, ateliê de livros e espaço cultural situado no Povoado do Cruzeiro. Faz Doutorado em Artes Visuais, na Universidade Federal da Bahia, onde pesquisa a criação de livros experimentais. Costura narrativas desde suas andarilhagens pelo mundo, lançando mãos e corpo em palavras e visualidades. Ao longo de dez anos em forja poética, participou de coletâneas e publicou quatro títulos, dentre eles “cartas a Tereza” (2015) e “casamendoeira” (2023).

é artista e pesquisadora. Sua prática artística se baseia em pesquisa iconográfica sobre a representação histórica de mulheres negras. É doutoranda em Artes Visuais pela Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho (UNESP), possui mestrado em Dança pela Universidade Federal da Bahia (UFBA) e bacharelado em Pedagogia pela Universidade Presbiteriana Mackenzie. Entre seus importantes prêmios, destacam-se a Bolsa de Fotografia ZUM/IMS (2020) do Instituto Moreira Salles, o concurso "Vida Antes do Colonialismo" (2022) organizado pela PLACE for Africa, MeineWelt e.V. e Goethe-Institut Mannheim, Alemanha, o programa NOva Fotografia (2023) do Museu da Imagem e do Som (MIS), teve seu trabalho incluído na edição Talento da revista Foam nº 65 (2024) e recebeu o Prêmio de Fotografia FUNARTE Marc Ferrez – 17ª edição (2024). Em 2025, expôs a obra “Vênus” na Maison Européenne de la Photographie, na França.
PROYECTO REFRACCIÓN EN LÍNEA VIVA

Interdiáspora é uma plataforma de arte contemporânea afrocentrada, dedicada à criação e circulação de acervos e arquivos de arte afro-brasileira no continente africano. Para o ano de 2025, o projeto conta com a colaboração de artistas do Brasil cujas obras dialogam com múltiplas linguagens — objeto, instalação, fotografia, performance, vídeo e ilustração — compondo um acervo híbrido e poético.
A curadoria foi assinada por Juci Reis, Jorge Dias e Cátia Janaína, com apoio financeiro do Fundo Cicla 2025 e realização da Flotar Plataforma e Instituto Guimarães Rosa Maputo, Embaixada do Brasil, Moçambique.



Exhibiciones de Arte - Gestión de Proyectos Artísticos - Curaduría
Fundo Cicla 2026: Lista de seleção– Laboratório de Criação de Projetos para Circulação Artística Internacional – 2026 (2º semestre).
CICLO MARÇO/2026 – FUNDO CICLA
CICLO ABRIL/2026 – FUNDO CICLA
Fundo Cicla 2026: Seleção
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Natsuko Okazaki, originaria de Kibichūō (Japón), desarrolla una práctica artística que expande la caligrafía tradicional hacia lenguajes contemporáneos, entendiendo la escritura como un acto corporal, irrepetible y en constante transformación.
Su obra se concibe como paisaje y experiencia fenomenológica, donde el espectador se integra a un campo sensorial vivo.
En su investigación de curaduría sensorial (2026–2027), en diálogo con la línea de Juci Reis, las piezas se transforman en experiencias expandidas que activan los sentidos y articulan relaciones entre arte, cuerpo y territorio.