
é educadora e pesquisadora com graduação em filosofia e mestrado em crítica cultural. Possui formação em Acessibilidade Cultural e em Políticas Afirmativas na Cultura. Atua em projetos educativos, editoriais e literários. Pesquisa as produções literárias e artísticas produzidas por mulheres negras no campo das artes literárias. Coordena o projeto INsubordinadas que se dedica ao mapeamento de escritoras negras do Médio Rio de Contas (Bahia).

é artista da palavra e do livro. Nascida e crescente no Recôncavo da Bahia, coordena a editora independente andarilha edições, desde 2019, e dirige a casamendoeira, ateliê de livros e espaço cultural situado no Povoado do Cruzeiro. Faz Doutorado em Artes Visuais, na Universidade Federal da Bahia, onde pesquisa a criação de livros experimentais. Costura narrativas desde suas andarilhagens pelo mundo, lançando mãos e corpo em palavras e visualidades. Ao longo de dez anos em forja poética, participou de coletâneas e publicou quatro títulos, dentre eles “cartas a Tereza” (2015) e “casamendoeira” (2023).

é artista e pesquisadora. Sua prática artística se baseia em pesquisa iconográfica sobre a representação histórica de mulheres negras. É doutoranda em Artes Visuais pela Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho (UNESP), possui mestrado em Dança pela Universidade Federal da Bahia (UFBA) e bacharelado em Pedagogia pela Universidade Presbiteriana Mackenzie. Entre seus importantes prêmios, destacam-se a Bolsa de Fotografia ZUM/IMS (2020) do Instituto Moreira Salles, o concurso "Vida Antes do Colonialismo" (2022) organizado pela PLACE for Africa, MeineWelt e.V. e Goethe-Institut Mannheim, Alemanha, o programa NOva Fotografia (2023) do Museu da Imagem e do Som (MIS), teve seu trabalho incluído na edição Talento da revista Foam nº 65 (2024) e recebeu o Prêmio de Fotografia FUNARTE Marc Ferrez – 17ª edição (2024). Em 2025, expôs a obra “Vênus” na Maison Européenne de la Photographie, na França.
PROYECTO REFRACCIÓN EN LÍNEA VIVA

Interdiáspora é uma plataforma de arte contemporânea afrocentrada, dedicada à criação e circulação de acervos e arquivos de arte afro-brasileira no continente africano. Para o ano de 2025, o projeto conta com a colaboração de artistas do Brasil cujas obras dialogam com múltiplas linguagens — objeto, instalação, fotografia, performance, vídeo e ilustração — compondo um acervo híbrido e poético.
A curadoria foi assinada por Juci Reis, Jorge Dias e Cátia Janaína, com apoio financeiro do Fundo Cicla 2025 e realização da Flotar Plataforma e Instituto Guimarães Rosa Maputo, Embaixada do Brasil, Moçambique.



A artista visual Daja Do Rosário propõe, por meio de suas obras, uma reflexão sobre a afirmação de sua identidade como mulher africana. Suas criações – esculturas, indumentárias e autorretratos – destacam sua estética singular, explorando materiais improvisados e coletados ao seu redor, combinados com elementos naturais como ráfia. A partir dessa fusão entre tradição e modernidade, Daja constrói um relato coletivo baseado em sua experiência pessoal.
Exhibiciones de Arte - Gestión de Proyectos Artísticos - Curaduría
Fundo Cicla 2026: Lista de seleção– Laboratório de Criação de Projetos para Circulação Artística Internacional – 2026 (2º semestre).
CICLO MARÇO/2026 – FUNDO CICLA
CICLO ABRIL/2026 – FUNDO CICLA
Fundo Cicla 2026: Seleção
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PROYECTO REFRACCIÓN EN LÍNEA VIVA - Guatemala, 12 - 21 / 2026.
Investigación visual en fotografía y bordado desarrollada por Juliana Neri, Bartira Lôbo y Yuri Cardoso.
Talleres: 18 y 19 de abril de 2026 - La Nueva Fábrica